CMTU monitora negociação entre concessionária do transporte e empresa de segurança

Objetivo é assegurar que as atividades de patrulhamento nos terminais do transporte coletivo não sejam interrompidas

Após tomar conhecimento, por meio da imprensa local, de que a concessionária Transportes Coletivos Grande Londrina (TCGL) estaria prestes a encerrar o contrato com a empresa Fiel Vigilância e Segurança, terceirizada encarregada dos serviços de vigia e patrulhamento nos terminais de integração em Londrina, a Companhia Municipal de Trânsito e Urbanização (CMTU) começou a acompanhar a situação.

Além de checar a veracidade das informações recebidas por meios extraoficiais, já que a CMTU não foi comunicada formalmente da eventual decisão, o objetivo é garantir o cumprimento do contrato entre o Município e a permissionária que explora o transporte coletivo. De acordo com o convênio, está incluída na outorga da concessão a operação dos serviços de segurança e vigilância do Terminal Urbano Central, assim como dos terminais de bairro e o do distrito de Irerê.

Segundo o diretor-presidente da CMTU, Marcelo Cortez, a companhia está atenta ao caso e, se os rumores de suspensão das atividades vierem a se concretizar, o poder público tomará todas as medidas administrativas necessárias para não deixar a população na mão. “A CMTU e a Prefeitura de Londrina não deixarão que os usuários sofram as consequências de uma decisão dessa natureza. Se isso acontecer, poderemos aplicar notificação e outras sanções”, afirmou Cortez.

O dirigente da autarquia disse não ser interesse do Município a imposição de penalidades e, por isso, espera que as negociações entre a TCGL e a Fiel Segurança avancem. A concessionária informou que, diferente do que foi veiculado pela imprensa, não há vencimento contratual previsto para o dia 19 de fevereiro. A data seria apenas um acordo entre as duas partes. Já para a Londrisul, que também explora a concessão do serviço de transporte público, as ações de vigilância nas dependências dos terminais seguem sem alterações.

Em reunião nesta quarta-feira, dia 3, a TCGL manteve a posição de continuar discutindo os termos do contrato com a terceirizada. No entanto, sem o estabelecimento, neste momento, de prazo de término para a prestação de serviço, que não será interrompido de maneira nenhuma.

Com: N.Com

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